sexta-feira, 29 de março de 2013
Once upon a Time.... Em um reino distante, um rei e uma rainha desejavam, acima de tudo no mundo, uma filha. Eles haviam tentado por muitos e muitos anos, mas nada acontecia, a rainha não engravidava. Depois de um grande inverno a rainha engravidou e ao final da mais bela primavera nasceu a princesa. Ela foi chamada de Summer! 
A felicidade tomou conta do reino todo. As pessoas cantavam, dançavam e sorriam. O rei decidiu realizar uma grande festa que durou a semana inteira. Reis e rainhas de outros reinos foram convidados e as fadas de todos os cantos do mundo também. Porém, em meio a festança uma das fadas ficou muito brava com a animação excessiva das pessoas e da falta de atenção de outras. 
Na verdade essa fada nunca foi uma das mais animadas. Ela era Clarice e sua maior felicidade residia no silêncio do mundo. Ela adorava ver a floresta pela manhã e o silêncio da noite, o tempo das pessoas dormirem. Mas nessa semana de festa, pouco se dormiu e muito barulho se fez! 
A irritação de Clarice começou a deixa-la verde de raiva. As outras fadas tentaram fazer com que ela se acalmasse, mas nada adiantou. No quarto dia de festa, o rei chamou a todas as fadas para que elas dessem seus devidos presentes a Summer. Uma fada deu-lhe sabedoria, outra beleza, e outra a voz mais bela, e outra o cabelo mais macio, e outra talentos musicais e assim por diante. 
Por conta de sua inquietação e de sua raiva Clarice foi a penúltima fada a presentear Summer. Aquela altura já pensava que a culpa de toda aquela bagunça e de toda aquela festa era da pequena princesa. Sendo assim, olhou para todos e disse que quando Aurora completasse 16 anos furaria o dedo em uma roca de fiar e que cairia morta. 
Foi um furdúncio só! O rei mandou que Clarice foi expulsa do reino e ela foi embora de muito bom grado. A ultima fada que presentearia Aurora disse que infelizmente não poderia anular o feitiço de outra fada, mas que poderia altera-lo. Assim, Summer não mais morreria ao espetar o dedo em uma roca, ela cairia em um sono profundo juntamente com todo o reino e eles acordariam quando um príncipe corajoso os encontrasse e acordasse a princesa com um beijo de amor. 
15 anos, 11 messes e 30 dias se passaram desde o feitiço de Clarice e Summer era a princesa mais linda, mais talentosa, mais sábia e mais chata que existia em todos os reinos. Não havia quem conseguisse manter uma conversa se quer com ela por mais de dois minutos. Por mais educada que a princesa fosse, ela não conseguia ter uma conversa com uma temática que conquistasse as pessoas. Sendo assim, ela mantinha-se a passear pelo palácio e a ler mais e mais livros. 
Um dia, andando pelo palácio ela encontrou uma sala que nunca havia entrado antes e lá dentro havia um maquinário que ela só tinha visto em livros até então. Ao andar em direção a roca, Summer parecia maravilhada por ter encontrado tal artefato. Nos livros contavam que tal maquina havia sido proibida em todo o reino há vários anos atrás. Admirada com tudo, Summer sentou-se começou a mexer em toda a roca. De repente, eis que ela fura o dedo e cai para trás, adormecida. 
50 anos se passa e um príncipe caminhava pela floresta. E vislumbrou a entrada de um reino. O príncipe  Paulo, conhecia a história de um reino que permanecia adormecido graças a um feitiço que foi rogado contra sua princesa. Diziam que a princesa adormecida era a mais linda que o mundo já vira e que apenas um príncipe poderia acorda-la com o beijo do amor. 
"Pois bem", disse Paulo, "vou acorda-la e seremos felizes para sempre"
"NÃO!" 
"Alto lá, quem disse isso?" 
"Eu disse" 
Eis que ninguém mais e ninguém menos do que a Fada Clarice apareceu em frente a Paulo. Ela contou para ele toda a sua história e disse-lhe o quão triste e era naqueles dias em que a princesa permanecia adormecida. Clarice era feliz pois o reino e a floresta estavam em paz, em silêncio. Mas se sentia triste pois nenhuma das outras fadas lhe faziam companhia. Depois do feitiço, todas as fadas decidiram que Clarice não era mais digna de ser chamada fada e que por isso ela deveria viver sozinha na floresta. Clarice chorou e Paulo consolou. 
Ele não disse nada, mas ele nunca havia visto alguém tão belo quanto Clarice. E mal sabia ela o quanto ele preferia o silêncio. Na verdade essa era a razão de sua viagem pela floresta. Clarice era bela, esguia e sincera, qualidades que Paulo nunca havia visto em outras princesas durante toda sua vida. Aliais, isso era mais uma razão para ficar longe de casa: seus pais não paravam de perturbá-lo para que ele encontrasse uma noiva. 
"Sendo assim", disse Paulo, "não mais acordarei tal princesa, acho que já encontrei o amor de minha vida. Clarice? Você deseja ir para meu reino comigo? Deseja casar-se comigo e viver em paz para o todo sempre?"
Clarice assustou-se com o pedido e percebeu nos olhos de Paulo uma certa faísca que ela nunca havia visto antes em alguém. Algo em seu coração se aqueceu e ela viu o quão belo Paulo era. Ela percebeu que na verdade o que ela sempre quis foi alguém que a olhasse daquela maneira. Ela lhe deu as mãos e deixou-se levar. Eles casaram e fizeram uma festa de apenas um dia, pois não queriam tanto barulho. Viajaram juntos, viram o mundo e quase todas as florestas que exitem nele. Foram felizes e calmos, viveram em paz até o fim dos tempos. 
Quanto a Summer? Ah, um certo príncipe Felipe apareceu por aquela floresta e lhe acordou com o beijo do amor. Dizem hoje que Summer consegue manter uma conversa maior com as pessoas e que ela não é mais tão chata assim. 
quarta-feira, 27 de março de 2013
Nunca fui de gostar muito de super heróis. Nunca fui de cair de amores por aqueles homens com poderes especiais e que arriscavam suas vidas para salvar outras pessoas. Mas sempre admirei aqueles que mesmo sem super-força, super-visão ou super-outras-coisas-que-desconheço-ou-não-lembro, arriscam suas vidas para manter a paz, a segurança e o bem-estar da população em geral. 
Qual garoto nunca quis fazer parte dos bombeiros? Quem nunca se admirou com o trabalho de um policial que colocou a vida do cidadão em frente da sua própria? Pois é, eles são heróis de verdade. Mas mais do que qualquer uma dessas pessoas que se pré dispõem a colocar a vida do próximo como prioridade, mais do que isso são as pessoas que simplesmente salvam nossas vidas todos os dias. 
Não há nada melhor do que alguém que te devolve algo que você nem mesmo havia percebido que tinha perdido. Nada melhor do que aquele amigo que te abraça quando você não está bem, mesmo quando você grita ao mundo que está bem, mas na verdade está inteiramente quebrado por dentro. Nada melhor do que aquele sorriso ao final de um dia complicado. Nada melhor do que dar risadas logo após chorar demais. Nada melhor do que um colo para deitar e dormir quando as coisas te parecem pesadas demais. 
Ser herói não é assim tão difícil  sabe?! Você não precisa morrer no lugar de alguém. Basta você amar, ajudar, estar presente. Não é nada demais e não requer poderes especiais ou técnicas chinesas que aprendemos em ilhas desertas após de um acidente de barco. 
Sorria mais, ame mais, abrace mais, preocupe-se menos com você mesmo e olhe para mundo a sua volta. E se por um acaso você ama alguém e não sabe como dizer, por medo de ela querer um super herói em sua vida, simplesmente, diga: 

"If I could be your supermanI'd fly you to the stars and back again, cause everytime you touch my hand You'd feel my powers running through your veins. But I can only write this song and tell you that I'm not that strong. Cause I'm no superman I hope you like me as I am"
segunda-feira, 25 de março de 2013
Giverny, 1900 - Claude Monet
E o caminho de flores se abre a cada primavera. Eu espero por você a cada instante. É incrível pensar em você em meio a todas essas flores. Lembro-me de quando você me disse o quão bela eu sou, ainda não acredito no que você me disse, mas acho que isso é normal entre todos os casais. 
Enfim, mais flores se abrem e maior é a minha ansiedade. Minha respiração aumenta o ritmo e penso que não durarei tanto tempo. Há quanto tempo não nos vemos? Será mesmo que foi essa eternidade que meu coração diz? Creio que não seja tanto tempo assim. Acho que apenas o pensar em ficar longe de você pode   me causar essa falta de ar. 
Alguns dizem que amor é o nosso problema. Mas não encaro isso como um problema. Eu te amo e não tenho medo algum de admitir isso. Nosso amor me faz bem, me faz uma pessoa melhor. Retira o melhor de mim. E não é justamente isso que amor faz? O amor de verdade faz com que você queira ser sempre melhor e é isso que eu quero quando estou perto de você. Queria que o mundo entendesse isso. 
Mais e mais flores, mais colorido, mais um pouquinho de sol e lá está você. Vindo em minha direção com aquele sorriso bobo de sempre e aquele abraço preparado para me receber! Nem mesmo parece que aquela angustia existiu dentro de mim. Nem mesmo parece que aquela distância toda existiu entre nós. 
domingo, 24 de março de 2013
A galinha Galimar 
tropeçou no tijolinho, 
coitada da galinha! 
Foi parar lá no laguinho!

Galimar toda molhada, 
chacoalhou as suas penas, 
ficou pensando em sua cachola
"Por que galinhas são tão pequenas?"

Galo Gil ficou preocupado
e  correu pra acudir,
mas ao ver a Galimar, 
o que fez foi rir!

"Galimar galinha boba, 
como foi parar ai?
Te vendo desse jeito, 
não consigo parar de rir!"



"Galo Gil faça o favor
de ter mais educação, 
sei que tem força de galo, 
me tire dessa situação!"

Galo Gil fez um esforço
mostrando o seu carinho, 
mas não deu conta do recado
e ficaram os dois no laguinho!

Galimar ficou bem brava
quando viu todo o coral 
de Galinhas pintadinhas
rindo pelo quintal!



Bom, não sei escrever coisas infantis e também não sei escrever poemas, mas foi a forma mais simples que encontrei para contar sobre as Galinhas que eu tinha no meu quintal, que vira e mexe tinham o dom de cair dentro do laguinho! 
sábado, 23 de março de 2013
- Como fugir de sua orientadora em 3 passos: 

1º passo: Ser uma pedra!
Quando estiver próximo a algum balcão ou mesa e for avisado da presença próxima de seu orientador ou orientadora, basta abaixar-se sob tais objetos abraçar suas pernas e pensar firmemente:  "Sou uma pedra, sou uma pedra" Repita isso até que você se convença disso realmente. 

2º passo: Corra mais do que o Lingeirinho! 
Caso você veja sua orientadora ou seu orientador sair de uma sala quando você está saindo de outra sala próxima, aproveite o fato de que ele provavelmente estará distraído e nem mesmo pensando que te encontrará naquela parte da faculdade. Esqueça quem está com você e corra como se não houvesse amanhã. Lembre-se sua vida depende de suas pernas, se você é descoordenada  na hora do desespero tudo se resolve e você corre com o papa-léguas. 

3º Passo: Grude na parede como um agente secreto! 
É claro que haverá momentos em que você estará certo de que não encontrará com ele ou ela, mas o destino nem sempre favorece os orientandos, não é mesmo?! Então fique bem atento as portas que contem janelas, pois elas te permitem saber quem está no laboratório, mas também permite que quem esteja no laboratório possa ver quem passa pelo corredor. Caso, você veja de relance ou escute a voz do dito cujo, basta grudar na parede mais próxima de modo que a parte de madeira da porta possa te proteger até o fim do corredor para que você possa cumprir o passo 2! 

P.S: Lembrando que se esses passos te lembrarem algo, é mera coincidência. E que é bem provável que esse texto seja mais ou menos engraçado para aqueles que já estão na graduação e possuem orientadores. 
sexta-feira, 22 de março de 2013
Paula Pimenta - Apaixonada por Palavras. 


"Talvez, pulando o estágio inicial, a graça da conquista se esvaia. Pode ser, mas pra mim, o jogo é bom mesmo quando passa da teoria para a prática. Pelo menos foi o que pude aprender com os anos. Momentos em que posso conversar com meu amor olhando em seus olhos, sentir o seu perfume emaranhada em seus braços e arrepiar-me com seus sussurros valem muito mais do que o tempo gasto imaginando o que poderíamos estar fazendo. Então, pulemos logo para a parte boa da história e deixemos o "início da paixão" para os adolescentes, que têm muito tempo pra sonhar". 

 Como escrever sobre o "depois" da paixão inicial? Minhas experiências amorosas se resumem nessa fase dolorida e excitante. O início. As mãos suadas, o corpo meio entorpecido. O nervosismo inerente. E no meu caso: o fracasso. Ainda não experimentei a sensação de aconchego, de conversar olhando nos olhos e abraçar e sentir toda a força de uma alma que te protege, porque meus relacionamentos foram: A) Frutos da minha mente, ou seja, platônicos. B) Com pessoas que não me garantiram uma saída da paixão inicial. Estando então, num momento de aversão à paixões iniciais, me pergunto como deve ser a sensação de deixar de lado os sonhos adolescentes - não que eu seja assim, uma adolescente.
Na real, eu espero para viver esse "pós paixão inicial" com aquele que vai ser meu José. Aquele que vou olhar e vai saber me responder só com olhares também. Minha última experiência nesse âmbito me deixou um pouco desanimada, mas sei que tudo acontece com seu tempo certo. E no tempo certo vou descobrir a delícia de estar nos braços de alguém que me provoque mais do que suspiros e sorrisos.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Bem, há alguns anos atrás eu insiste que minha família me levasse até Campos do Jordão em São Paulo. Creio que muitas pessoas que eu conhecia na época já haviam ido até lá e eu não. Sem contar que o clima de lá é algo que sempre me cativou. Sendo assim, depois de muitas "brigas" e insistência de minha parte, todos entramos no carro e fomos para lá. 
Durante o percurso, tudo estava muito bem, Minha irmã cantava, meu irmão ignorava, meu pai dirigia e minha mãe cantava também. Eu estava tão animada que não reparei nas nuvens que estavam a nossa frente. Apenas quando começamos a subir a serra eu percebi que lá em cima estava desabando o mundo. Não preciso nem dizer o quão decepcionada fiquei por nem poder sair do carro... O volume de água era muito grande e mal conseguíamos ver a cidade pela janela do carro. A única coisa que fizemos foi almoçar. Meu pai conseguiu, não sei como, visualizar uma daquelas Cantinas italianas e paramos lá mesmo. 
Devo confessar que aquele almoço salvou a nossa viagem de ser um total fracasso. Lá tinham vários tipos de massa, eu amo massa! Até mesmo um certo nhoque com recheio de pinhão existia, e minha mãe disse que ele foi uma das melhores coisas que ela já comeu na vida. 
Creio que essa foi uma das melhores experiências com comida que u já tive. É claro que se depois disso eu passei a gostar muito mais de comida italiana! 


terça-feira, 19 de março de 2013
Como lidar com a situação em que nos encontramos? O que fazer quando se ama ele  e o outro ao mesmo tempo? Bem, o que podemos dizer de uma paixão que dura uma noite? Pois é... Essa é a minha vida. Sou jovem e faço questão de aproveitar isso, afinal de contas a vida é minha e eu faço o que bem entender dela. 
Acordar cedo é para os velhos e pensar no que vamos fazer no dia seguinte é uma bela perca de tempo. Hoje tem festa? Pois eu estarei lá e vou causar até o sol raiar. Amanhã podemos pensar no que tínhamos que fazer, mas chorar o leite derramado ou o gato perdido é péssimo. 
Aquela recalcada que fica nos olhando e dizendo coisas infames, deixe de lado, ela só tem inveja do que temos e somos. A noite é nossa e o futuro a Deus pertence. Solte seus braços e deixe que o álcool faça todo o serviço, aliais, acho que não te contei do meu romance com o José! Enfim, não importa! Nada realmente importa! 


segunda-feira, 18 de março de 2013

Durante toda a minha vida eu só tive gatos. Alguns Bob, porque por algum motivo secreto (ok, não é secreto: o meu desenho favorito era 'O Fantástico Mundo de Bob') eu sempre nomeava meus gatos assim. Foram 4 Bob's. Todos eram pretinhos com manchas brancas. Até hoje não entendo como o destino me presenteou assim, mas só aconteceu.
Me lembro do último Bob. Era bem gordo, e até então o mais mimado. Sumiu numa segunda-feira chuvosa. Jurei que nunca mais teria um outro bichinho.Isso durou um ano, quando apareceu a Lariza. Gatinha mimada, costumava dar cria no meu guarda-roupa e não gostava de dormir dentro de casa. O triste de morar na fazenda é que com frequência os animais encontram seus próprios lugares. E foi assim com minha princesinha. Minha mãe ficou triste, e decidiu que deveríamos parar por ali.
Devo comentar que minha família não é muito firme em decisões desse tipo. Alguns anos depois, fui para um churrasco em outra cidade e encontrei uma moça que estava doando gatinhos. Théo me seguiu até em casa, e foi nosso companheiro durante 7 anos, sumiu no dia 1º de janeiro. Houve também a Channel, a gata mais dengosa de todas, e o Johnny, filho do meu Théo.
Sempre tive um apego tão mágico por meus bichinhos, que me imaginar sem eles era praticamente impossível. Mas até então, gatos sempre foram os meus tchutchucos, sonhos mais lindos. Até que na última sexta-feira, conheci a magia de ter um cachorro.
Nunca pensei que essa coisinha que late e lambe a gente toda hora poderia ser tão dócil e amável. O Nenis (Almofadinha pra vocês) morava em um abrigo, e tem mais outros irmãozinhos. Entrou na nossa vida por causa da página desse abrigo no facebook. Olhamos e o coração bateu mais forte, mesmo o meu, que nunca gostou de cachorros antes. Sem pensar muito, corremos para lá (na verdade, dirigimos até lá, porque é bem longe) e o trouxemos. Ele já acorda todo serelepe, tem uma roupinha super estilosa e é sem vergonha, porque prefere o sofá do que a própria caminha. Olhos nos olhinhos pequenos e brincalhões dele, e tento entender como existem pessoas que não gostam de animais. E penso em como antes eu não gostava de cachorros - todo carnaval tem seu fim, e as opiniões mudam, certo?
E deixo com vocês, um book do filhote mais lindo do mundo todo! 
Gosto de dormir com o Recruta!



Batizado com o padrinho Sabino!

Almofadinha ♥

domingo, 17 de março de 2013
Som alto e luzes piscando. Um cheiro tanto estranho de bebida doce e álcool forte. Pessoas se movendo de um lado para o outro sem ao menos ter sentido. Nada de harmonia, nada daquela brisa macia, pelo contrario, existe calor, suor, um som que não me deixa entender nem mesmo metade do que as pessoas ao meu redor falam. 
Garotos que fazem competição para saber quem beija mais garotas. Garotas que usam roupas mais curtas do que deviam e que não se importam de ser mais um troféu na mão de qualquer um aí. Músicas ruins (em alguns casos), cantadas péssimas (em todos os casos), pessoas se esfregando sem ter necessidade para tanto. Se alguém pisar no meu pé mais uma vez terei um ataque! 
Tento ir ao banheiro, para dar uma respirada. Por mais terrível que o ambiente seja, não é tão ruim quando se esta apenas preocupada em dançar e rir de suas amigas que não  tem senso algum. Mas ao adentrar ao banheiro, me lembro o porque passei tanto tempo sem vir a lugares assim. Ele não tem uma boa iluminação, nem me mesmo um bom aroma. As pessoas parecem não se importar com isso, na verdade elas só contribuem para o caos que ali habita. Enfim, me canso. Prefiro minha casa, com minha cama e meus cobertores, meus livros, meus filmes e o meu chá. Mas é sempre bom lembrar porque não gosto tanto assim de baladas! 


sábado, 16 de março de 2013

"Ok, dessa vez o dia vai funcionar, e nada vai estragar meu humor. Nem mesmo essa manchinha pequena de batom que consegui fazer no meu suéter novo. Isso não vai estragar meu dia, não vai. E eu posso fazer esse mantra por 16 quadras, sem me arrepender de ter começado. Porque nada vai estragar meu humor, nada vai estr" A poça de água molhou toda sua roupa. A mancha de batom se tornou apenas um pequeno detalhe em meio a toda aquela roupa molhada. O culpado: olhos verdes, sorriso de lado, de lambreta. A vítima: baixinha nervosa, com a roupa molhada.
 - Senhorita, me perdoe. Eu não queria ter feito isso, me perdoe mesmo. Poxa, derrubei seu café, café é muito bom pra ser perdido.
 - Você está preocupado com meu café? Escutei isso mesmo? "Ok. Isso me deixou um pouco curiosa a respeito dos olhos verdes, mas eu ainda estou brava", pensou.
 - Sim, você não está? As suas roupas estão molhadas também, eu sei. Mas café é o melhor. Desculpa, qual seu nome? Vamos, vou te pagar um café! "Ela fica bonita toda perdida assim, talvez eu tenha feito de propósito".
Ele sorriu e deixou os braços prontos para receber os dela. Ela tentou guardar o sorriso, mas acabou cedendo e deixou transparecer o brilho do sorriso por um tempo bem breve.
 - Moço, não funciona assim. Eu estou molhada, e com frio. E tenho horários e as minhas obrigações não podem esperar e
 - Claire!
 - Oi? Como você sabe o meu nome, moço?
 - Você desce do metrô na mesma estação todo dia. Toda terça-feira você pede dois cafés, e passa mais rápido pelo Café S. Acho que comprar dois te deixa meio atrasada. Gosto do seu suéter novo, mas eu prefiro aquele azul royal. Combina com sua pele branquinha.
 - Eu tô começando a ficar assustada, com licença - Se abaixou e pôs-se a pegar as suas coisas.
 - Não sou nenhum maníaco, ta bem? Você bateu na minha porta há uns 2 anos, me dando boas vindas. E quando meu gato sumiu, você foi a primeira que ajudou com os cartazes, mesmo não sabendo quem era o dono. E eu sou enfermeiro no hospital que você faz um projeto com as crianças. Moro no 4B. Te vejo todo dia, e tento te oferecer uma carona, mas você tá sempre ocupada demais, ou sempre conversando com você mesma, e ai fica difícil.
 - Nossa, me desculpa...
 - Derick!
 - Me desculpa Derick, mesmo. Eu não me atentei a essas coisas. Acho que estou embaraçada agora. - Soltou os braços e apenas olhou para os pés, observando o café caído por ali. "É, eu fico aqui implorando pra Deus um romance, e só consigo perceber um provável quando me derrubam algo, ou me molham por causa de uma poça? Sacanagem, Senhor!"
 - Vista isso e vamos. Eu tenho muito o que contar sobre como você é engraçada quando sai conversando com você mesma! - Ele sorriu, e ela percebeu que sorriu de volta. Talvez ela queira mesmo saber sobre suas histórias. Talvez ela deva mesmo vestir o casaco do moço da lambreta e ir tomar um café.
Talvez seja bom.
 - Vamos lá!
Vestiu. E foi.


sexta-feira, 15 de março de 2013
Era estranho estar entre as seis. Era estranho ser uma das seis escolhidas por ele! Maxon, que sonho de nome. Sonho de príncipe e talvez meu futuro esposo. Algo me dizia que eu não deveria me preocupar com as coisas e que tudo correira bem, tudo que tivesse que ser meu, seria meu. Mas como lidar com isso quando se está contra 5 meninas em busca do coração de alguém? 
Sim, ele havia me levado para sair. Havíamos visto filmes juntos e seu aroma, seu sorriso, sua voz... Tudo nele, como pessoa, me atraia cada vez mais para ele. Cheguei a pensar que era amor, agora já não sei. É algo maior do que amor o que sinto por ele. Será mesmo que existe algo maior do que amor? 
Bem, é complicado estar aqui. É estranho continuar aqui em meio a garotas tão mais bonitas e mais interessantes do que eu. Tenho medo de que ele se esqueça de mim e me mande embora só por não ter demonstrado todo o amor que sinto por ele. 
Sinto falta de minha família e receio pelo futuro que virá. Tenho medo por mim e por toda uma nação. E se ele me escolher? E se eu não conseguir ser a rainha que eles precisam que eu seja? Será que o amor bastará? Sei, que essa disputa, com certeza, será a mais difícil de minha vida. Mas se cheguei aqui, não vou desistir e muito menos parar no meio do caminho! 


P.S: Esse texto foi inspirado na personagem Marlee de A seleção da Kiera Cass. Pode não ser o meu livro favorito (existe Harry Potter na frente), ma com certeza tem um lugar muito especial em meu coração. Lembrando que a continuação de A Seleção sai no final do próximo mês e que esse texto é feito por mim, uma simples leitora que ama muito a serie, não quer dizer que a personagem seja assim ou tenha esse pensamento. 
quinta-feira, 14 de março de 2013




Abri os olhos de repente. A luz do luar era clara que deixava toda a grama brilhando como prata. Vi alguns animais ao meu redor, e não consegui me dar conta do que eram de fato. Eu estava vestindo roupas que não me pertenciam, e isso acabou me deixando um pouco desatenta com as coisas que aconteciam ao meu redor. Fixei os olhos em minhas roupas, e me deparei com um vestido muito bonito, um daqueles volumosos e brilhantes, que pareciam ter saído de qualquer história de fantasia. Lilás, com muitos tules e algumas pedras brilhantes. Segui as pedrinhas com os olhos, até o final do vestido e bem ao lado do meu pé estava parado um coelho branco, meio apressado, que correu a me dizer:
 - Você vai perder o hipogrifo, acorde agora!
 - Mas de que você está falando?
 - Como de que estou falando? Sou o Coelho Falante. Algo como seu conselheiro!
 - Oi?
 - Ah, por favor, se apresse. O hipogrifo está esperando para te levar até Nárnia. O Princípe Maxon te espera para a reunião com Merlin e Dumbledore.
 - Eu devo estar sonhando..
 - O que disse? Ah, não importa. Não esqueça de dizer não quando te oferecerem um pé de feijão, ok? Eles transformam as pessoas em pedra!
Ok, um coelho falante, um vestido de princesa, hipogrifos e Merlin? Definitivamente eu estou perdida numa outra dimensão. Aliás, uma dimensão meio perdida em si mesma, porque todas as histórias que conheço se uniram e estão misturadas. Estou mergulhada num mar de fantasia, e não entendi o sentido de tudo isso e...
 - Ei, por que está batendo na minha cabeça?
 - O Hipogrifo chegou, por favor, monte o King Cross.
 - Você tá de brincadeira comigo, né?
 - Vista o sapato de Cristal e monte o KC, por favor!
Vesti o sapato, pensando se alguma coisa poderia ficar ainda mais estranha. Reunião? Acho que esse coelho é o mais doido dessa história - não que eu esteja em minha sanidade normal, mas sinto que ele está mais desorientado que eu. Mas tudo bem, o tal sapatinho de Cristal existia de fato, e quando o coloquei, senti uma sensação muito estranha. Por um momento me senti totalmente completa. Devo aceitar que esse lugar começou a mexer com minha cabeça também. Me levantei e fui ver o tal hipogrifo com o nome de King Cross. King Cross? Qual é, esse é um nome de estação. Mas tudo bem, isso deve ser normal por aqui, não é? Meus pensamentos foram mais uma vez cortados pelo Coelho Falante:
 - Conheça o KC. Alimente-o com maçãs e ele estará pronto pra te levar.
 - As maçãs não estão envenenadas? - Quis dar uma de esperta, mas o coelho não levou isso com um humor bacana.
 - Isso foi antes do Inverno de Cem anos, senhorita.
 - Me perdoe, mas posso interrompê-los?
 - Ah mais um  - minha fala foi interrompida com a minha surpresa ao avistar o dono da voz. Não consegui pensar em nenhuma palavra pra comentar a beleza dele. Não é possível, ele deve ser um príncipe!
 - Posso levá-la, Lord Rabbit?
 - Claro que pode, Vossa Alteza!
 - Vossa Alteza?! - Me exaltei, e quando fui fazer um referência, acabei caindo no chão, e quando olhei pra cima, senti dois olhos brincalhões me encarando - Oh, me desculpe por isso, Vossa Alteza.
  - Não se desculpa, senhorita - senti um riso escondido naquelas palavras, enquanto ele segurava em minha mão para me ajudar a sair do chão. - Preciso levá-la agora, certo? Vamos!
  - Me levar pra onde?
 - Para a vida real, vamos! Hora de.......
 DESPERTADOR. 
Droga.
Ele era tão lindo. No próximo sonho eu vou acreditar no Coelho Falante, quando ele disser pra eu me apressar.


quarta-feira, 13 de março de 2013
Existem momentos na vida em que temos que crescemos. Mesmo que ainda exista aquele espirito brincalhão e aquela vontade de voltar ao balanço do parque. É preciso crescer. 
Quando crescemos eis que um detalhe um tanto grande começa a aparecer e a se destacar em nossas vidas. Responsabilidade. Como é complicado lidar com ela! Como é complicado pensar em como encaixa-la na rotina e mesmo a rotina que não existia aparece para fazer parte da festa. Vão se embora os tempos livres e as tardes em frente a teve assistindo a programação inútil! 
Eis que pensamentos e mais pensamentos rodam em nossas cabeças e parece que nem mesmo sonhamos mais. É difícil sequer organizar um pensamento e quando nos damos conta de tudo, a mundo está girando mais rápido do que de costume. 
Se eu pudesse eu pararia. Se eu pudesse me deitaria na grama e veria o sol se por todos os dias para o resto de minha vida. Eu riria mais, eu sorriria mais, eu abraçaria mais, eu me preocuparia menos e com certeza, me estressaria muito menos com coisas que não mudarão tão cedo. 
Por mim todos os domingos seriam mais do que santos, eles seriam levados a sério e nenhum trabalho seria permitido. Afinal de contas é estranho viver em uma sociedade que glorifica milhares de tarefas e responsabilidades, mas que não concorda que um garoto de 16 anos que mata alguém deve ser preso. É importante sim, termos responsabilidades, mas é ainda mais importante deixar as coisas acontecerem em nossas vidas... É importante simplesmente aproveitar o sol como ele é, aproveitar a chuva quando ela cai e aproveitar o tempo que temos juntos! 
Não seria tão ruim assim, não pensar em nada. E deixar que as coisas sigam seu fluxo. Mas essa cabeça das pessoas grandes, faz com que tudo seja complicado quando na verdade tudo é muito simples. Procurar dor ou sofrimento não devia ser uma característica nossa.. Pelo contrario, temos direito a felicidade e temos direito de não sermos machucados por ninguém. 
Queria eu só observar a obra divina. Queria eu só sorrir e sentir a vida! 


Quem está ao sol e fecha os olhos,
Começa a não saber o que é sol.
(...)
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos
De todos os filósofos e de todos o poetas.
Alberto Caeiro
terça-feira, 12 de março de 2013
Os olhos: dois. Escuros, jabuticabas ambulantes. Vivas, intensas, se movendo sempre em mil direções. Olhos esses que me marcaram na primeira vez que fixei os olhos neles. Boca, que guarda um sorriso lindo e precioso. Sorriso esse por qual eu lutaria vinte mil vidas e um pouco mais. Sorriso que conquista, até os de longe, aqueles que só viram uma única vez. Boca que transmite também aquela risada alta, cheia de vontade. Risada essa que me tira do buraco todo dia. Risada que me dá vontade de rir também. Que tenho vontade de guardar numa caixinha, pra ouvir sempre que fosse possível.
Pernas. Que não param, que se movem todo o tempo. Correndo atrás de eventos, atrás de orientadoras. Pernas que às vezes ficam de fora, e aparecem lá em casa. Que te levam pra mais perto de mim quando você desce um lance de escadas. Braços. Braços que estão na lista de melhores coisas do mundo, porque eles produzem o melhor abraço do mundo. Aquele abraço apertado, que você sempre sabe quando me dar!
Escrever sobre você é bem difícil, sabia? Porque apesar de passarmos o dia todo juntas, e eu te dizer todos os dias o quanto eu te amo, falar sobre coisas que são possuidoras do nosso coração é uma tarefa quase impossível. Mas estou tentando!
Eu me lembro do dia que nos vimos naquele grupo, e já começamos a chorar. Quando encontro uma companheira de choro, costumo acreditar que vai ser pra vida toda. E vai ser, porque temos planos e metas. E depois, quando eu disse "ah, você leu Sussurro? Eu tenho Crescendo, quer?". E então, pra finalizar: Adamantina. Eu não precisei de muito pra ter a certeza que você teria exatamente esse significado na minha vida hoje! Só nós sabemos o quanto já vivemos juntas. O nosso amor em comum por 10 anos de História Perfeita (HP) ♥, as coisas que gostamos de fazer, nossos gostos em comum. As dificuldades, os choros, as confissões. Só nos sabemos o quanto meu sofá vermelho já aguentou de nossas reclamações, e quantas vezes deixei seu dedo cansado de tanto dedilhar o Cedric. Só nos sabemos como é ter sinceridade o suficiente pra dizer coisas que não se diz pra qualquer um, e como um abraço seguido de suspiro pode ser o melhor remédio para um dia turbulento... Como apelidos em inglês são muito mais legais e waffles não são só coisa dos Humprey! Nós sabemos como é bom ser panda, como é bom rir sem motivo algum e como é bom poder confiar cegamente em alguém!

Li em algum lugar, há muito tempo, que toda pessoa tem no mundo a sua "mesmap", que é uma versão de almas gêmeas para amizade. Não me pergunte quem inventou isso, ou se existem referenciais teóricos. Só sei que faz sentido pra mim! Nós somos uma mesma pessoa, de fato. As nossas semelhanças nos uniram, e as nossas diferenças mantém nossa amizade, que por sinal é uma coisa linda que Deus me deu de presente.
E quando eu vi a postagem de hoje, eu comentei com você "Ann, como vou escrever sobre uma pessoa especial?" e você me deu aquele sorriso maroto, eu confirmei minha escolha naquele segundo, porque entendi que sem esse seu sorriso bobão, meus dias não tem a mesma graça. E que sem o seu abraço de urso, as coisas ficam mais complicadas. Me deu a certeza maluca que viver sem os seus "vou dar na sua cara", eu não sou a Jess. E nem você a Ann.

E eu sem você sou só uma parte, princess. E eu quero ser completa.


EU TE AMO, MUITO!

segunda-feira, 11 de março de 2013
Ok, agora um Break nesse desafio maluco que faz com que eu a Jess passemos o dia fazendo nossos afazeres acadêmicos e pensando no que escrever no blog para o desafio do dia! É realmente muito bom, porque muitas das coisas propostas nós nunca fizemos e outras já fizemos estamos tentando tratar tudo de uma perspectiva diferente. 
Para esse break nada mais justo do que uma playlist! Essa que vou indicar hoje é muito boa de ouvir, porém um pouco longa. Na verdade é o primeiro track longo que consigo ouvir por inteiro sem me enjoar no meio. Espero que vocês gostem! 



Ela: Levantar, lavar o rosto, colocar água para esquentar, trocar de roupa, arrumar o cabelo, fazer o café, colocar os pães na torradeira, terminar de arruma a bolsa, sentar e tomar o café da manhã, se maquiar, pegar as chaves e sair correndo (como sempre. 
Ele: Levantar, trocar de roupa, pegar qualquer coisa para comer, pegar a mochila e sair correndo (com sempre). 
Ela: Todos os dias ele está ali, sempre lindo e cheiroso. Sim, apesar desse trem lotado é sempre bom ficar ao lado de alguém cheiroso como ele. Sempre olho para ele e penso que deveria falar algo, afinal de contas não é comum você encontrar com a mesma pessoa várias vezes quando se anda de metrô. Todo Paulista sabe disso!
Ele: Sempre linda e arrumada, me faz pensar como as mulheres podem ser cheirosas, me faz pensar como ela pode ser tão cheirosa e tão linda. Acho que faz um tempo já que ela sempre pega o mesmo metrô que eu. Mesmo horário e mesmo vagão. Meus amigos dizem que sou um frouxo por não falar com ela, mas essa hora da manhã não me lembro nem mesmo do meu nome, quem dera alguma coisa para falar. 

Ela olha para ele e ele olha para ela. Tão próximos e ainda tão distantes. Chega-se a estação da Luz e lá se vai ela. Ele continua olhando para ela na esperança de alguma mudança, eis que ela toma coragem e olha para trás. Seus olhos se encontram em uma fração de minuto, suficiente para um ver o sorriso do outro. Ela se vai e ele segue seu rumo. 

Ela: É talvez eu fale com ele amanhã 
Ele: É talvez eu fale com ela amanhã.



domingo, 10 de março de 2013

Marília, 10 de março de 2013.

Pseudo L,


Não cabem nos dedos das nossas mãos todos os planos que fizemos. Você consegue se lembrar de pelo menos uma parte deles? Eu consigo. Consigo me lembrar de todos eles. Consigo me lembrar de tudo que falamos, planejamos, ou porque brigamos no decorrer desse ano. Lembro que quando começamos a conversar, você me disse que tinha umas pessoas chatas te enchendo, e eu disse que te protegeria. Talvez você tenha ido com a minha cara logo ali, naqueles recados gigantes, com aqueles conversas bestas. Eu te disse que meu coração estava em greve, pode se lembrar disso? E não era atoa. Eu tava cansada das mentiras e enganações desse mundo de sentimentos. O plano era não me apaixonar por ninguém, nunca mais. E quem dera eu tivesse conseguido, não é? Logo a gente tava tão próximo, que todos os meus passos passaram a ser do seu conhecimento - assim como os seus. Eu sabia de tudo o que você fazia. Seu nome, nome das pessoas da sua família. Até o nome do seu cunhado. Sabia muitas coisas. Sabia de você, e isso sempre me fez bem, porque eu me sentia importante, me sentia como parte da sua família. Me sentia perto de um dia termos a nossa. Me lembro de quando você se declarou. Eu fiquei assustada, mas fiquei feliz, sabe? E isso foi a confirmação que eu precisava pra assumir aquilo que meu coração estava me dizendo há tempos. E quando brigamos, fiz o que você me pediu com a maior força que consegui arrecadar. Não foi fácil ficar sem falar contigo. Não foi fácil ler todas aquelas coisas, vindas de você. E se eu fraquejei no seu aniversário, foi porque eu não quis massacrar meu coração. Mais do que já estava… Quando finalmente voltamos a nos falar, eu percebi que deveria, de fato, ter deixado meu coração adormecido. Depois do dia 23 de julho, tudo o que tinha dentro de mim queimou outra vez, e percebi que eu mantinha ali um sentimento que não poderia controlar. Sentia que ele seria forte o suficiente pra derrubar qualquer barreira. Nada poderia controlá-lo, porque ele consumia meu coração com a força do fogo. E, eu realmente não pude controlar… Casamento, três, quatro, cinco, seis. Sete filhos. Uma vida toda ao teu lado. Foi o meu maior desejo, eu que não costumo querer demais, comecei a insistir pra Deus me dar isso. E quando as coisas entre nós ficavam difíceis, eu pedia pra Ele estar no seu caminho. Todo dia. Te protegendo, te dando uma luz. Tinha dias que minha preocupação me deixava louca. Aliás, acho que tudo isso me deixou ruim da cabeça, sabe? E eu não estou brincando… Era pra ser saudável, não era? Era pra ter dado certo. Lembra daquele sentimento que eu não poderia controlar? Amor é o nome dele. E eu disse que ele destruiria qualquer barreira. Acho que eu sou a barreira, porque estou destruída. Aquele fogo me consumiu. Agora sou só as cinzas, e infelizmente eu não acredito que sou uma fênix. Não vou renascer do nada, brilhante e nova em folha. Eu conheço todos os nossos planos e pensei que te conhecia. Pensei que sabia dos seus passos, seus gostos, seu jeito. Pensei que conhecia seu sentimento. Pensei que fazia parte da sua vida, dos seus planos. Pensei que era importante.
Não de dói essa revelação, porque no fim das contas, eu te amei sem te conhecer. Eu te amei pelo que você sempre foi comigo. Eu te amei com todas as diferenças, com os problemas, com as dificuldades. Eu te amei pelo que você sempre foi por dentro. Me dói pensar que talvez, isso que amei - e amo, não vou mentir, não existe. Não o "L", o estudante de direito convencido e sem vergonha. Mas aquela pessoa que dizia que me amava. Que fez planos comigo e me fez chorar de alegria e tristeza tantas vezes. Por que você não me contou? Você não percebe que nossa história teria dado certo, se não houvesse mentira? Quem é você, no fim das contas? É aquela pessoa que eu amo, de fato? Ou todas as palavras e sentimentos eram só mais uma história? Eu não estou brava. Só estou triste. Porque as coisas que senti não foram brincadeira, e eu não senti isso por ninguém antes. Tanto as coisas boas, quanto ruins. Eu te disse tantas vezes que eu confiava em você. Eu deixei tantas opiniões de lado pra ficar contigo. Eu briguei com pessoas que amo pra estar contigo. Por que você não me contou? Você tem alguma explicação pra tudo isso? Talvez eu esteja enganada, não é? E eu peço, POR FAVOR, por tudo que é mais sagrado, mesmo que as verdades sejam terríveis, eu quero elas. Não posso aguentar mais histórias. Elas estão me destruindo.
 

Espero que fique bem.
Jéssica A.
sábado, 9 de março de 2013

Não dá para saber onde isso vai dar 
Sei que é você só soube me iludir
E eu, sou uma boba que acredito em tudo que você me falar
Ah... eu deveria simplesmente deixar você ir 

Minha estupidez ainda será causa de morte 
Como não sei, só sei que ainda morrerei 
Apenas direi adeus a esse mundo descrente 
Abraçarei aqueles que amo e irei

Drama? Acredite, isso não é nada 
Posso ser mais ainda, mais do que tudo 
Mas farei diferente, não serei condenada 
A viver com esse infortúnio!



P.S: Poema eu não sei escrever, mas enfim!
sexta-feira, 8 de março de 2013


O silêncio consome o ambiente. Posso sentir as partículas pequenas em meus pés, e aquele vento com gostinho salgado passando pelo meu rosto. O único som é o barulho das ondas que vem e vão, num balanço continuo que embala minha noite.
O barulho do mar e a maresia simples, enchem meu coração, e me dão energia para seguir mais um dia. Poder andar por aqui, e sentir a areia em meus pés é como um presente: a certeza que cada grãozinho foi planejado para estar ali, sob meus pés. Observando esses grãos de areia, sinto uma plenitude incrível, me sinto parte de um universo mais bonito e silencioso. Um universo de partes que se completam e são ajustadas para fazer parte de uma simetria perfeita e exorbitante.
Caminhar numa praia deserta é a melhor maneira de colocar pra fora as coisas que enchem meu dia. Minhas frustrações vão pra longe, junto com as ondas que quebram bem longe da praia. E elas quebram junto! Os meus sonhos pegam carona na maré alta, e se aproximam de mim, molhando a pontinha dos meus pés, trazendo um sorriso em meu rosto.

"O mar é meu recanto mais secreto, meu porto seguro, lugar certo.
Que vontade de visitar.. 
Tantas viagens que fiz pra lá, 
só dentro do meu pensamento." 



PS: Nunca fui a praia.
quinta-feira, 7 de março de 2013

Abro meus olhos e ali estou. Em meio a flores, grama fresca, arvores e um sol não muito quente. Não, se fosse quente demais eu não teria vontade de fazer nada. Talvez chova mais tarde, seria bom se isso acontecesse... Cheiro de terra molhada é bom quando se está assim. 
Olho para cima e vejo o sol entre as folhas das arvores, seus galhos balançam de um lado para o outro por causa da brisa quente e suave que passa por nós. Olho para o lado e vejo você o estranho é que eu ainda não sei quem você é, mas o seu cheiro é inconfudivel para mim. Creio que seja a mistura de amor com paixão, uma mistura de "eu fui feito para você e você foi feita para mim". Chegamos mais perto um do outro e tudo parece se encaixar em seu devido lugar. 
Calma e paz reinam agora... Água corre em algum riacho aqui por perto, mas não sei explicar direito como se chega a ele. Acho que não é necessário, penso que talvez seja bobeira pensar em coisas complicadas agora. Na verdade, penso que a vida não é complicada de maneira alguma. A vida é simples, nós, humanos, com essa mania de pensar e inventar é que complicamos tudo. 
O mundo parece rodar mais devagar e as coisas parecem não mais as mesmas. As nuvens começam a aumentar e vemos que já é hora de voltar... Assim que chegamos a nossa casa a chuva decide cair, e ali, na varanda de nossa casa vemos o quão boa a vida pode ser. Em seus braços, vejo o quão maravilhosa a nossa vida é. Nosso amor é o melhor lugar que posso estar, nossa casa, nossa família, nosso espaço são os melhores lugares que conheço. E nada nesse mundo é capaz de mudar esse fato. 
TRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMM.... Meu despertador toca e abro os olhos. Encaro um teto branco e um sol forte demais para esse horário. Uma certa decepção me invade, afinal de contas, não consegui ver onde estávamos e nem mesmo consegui ver o seu rosto. 


quarta-feira, 6 de março de 2013


"Desci as escadas. Minha respiração estava entrecortada, o som oscilante sendo interrompido apenas pelas portas batendo no andar debaixo. O ar estava carregado, e mesmo no verão, o ambiente estava gélido, e cada simples movimento me deixava arrepiada. Eu não quis acordar o Mike, pensei que era só o vento. No fim da escadaria, fiquei assustada. O ambiente estava, aparentemente tranquilo e passei pela sala para fechar as janelas e checar as portas. Me deparei com a porta destrancada, e passei a chave. Porém, algo estranho estava acontecendo. Eu ouvi barulhos de janelas batendo, e todas as janelas estavam fechadas. Decidi ir pra cozinha, e lá as janelas também estavam fechadas. Encontrei uma taça quebrada, e um pouco de vinho no chão. Achei estranho, porque ninguém em casa bebia vinho. Mike estava dormindo já, e a Julieta é nova demais pra isso. Ouvi uns barulhos no andar de cima, e antes de subir eu peguei uma faca, com medo do que poderia estar acontecendo. Um calafrio se apossou do meu corpo, mas voltei pras escadas, e quando estava no meio do caminho, ouvi as portas baterem novamente, mas não decidi que não desceria novamente. Estava preocupada com meus irmãos.
Logo o barulho começou no andar de cima, de uma maneira ensurdecedora. Gritos, golpes. Algo muito errado estava acontecendo, e não pude descobrir o que era até chegar lá. Ouvi uns barulhos estranhos no quarto dos meus irmãos, e quando cheguei no corredor, visualizei uma sombra negra saindo do quarto do Mike e indo em direção ao quarto da Julieta. Senti minhas pernas bambearem e durante um tempo fiquei imóvel. Quando pude me mover, entrei no quarto e vi eles dois ensanguentados, jogados no chão. E minha roupa estava assim, toda suja, a faca no chão. Não me lembro de mais nada...
 - Chefe, eu encontrei a câmera de segurança. Olha só um minuto! - SILÊNCIO - Gritos - "
     Fim da Gravação. 
 - O que tinha na fita então, Robert?
 - Não tinha nada de sombra preta, senhor. Visualizamos a fita, e não haviam barulhos estranhos. A moça desceu as escadas, pegou a faca e voltou para cima. Nas gravações do quarto da menina menor, as coisas começaram a ficar estranhas...
 - Temos relatos?
 - Ainda não, senhor!
 - Quantos corpos foram encontrados?
- 5 senhor! Os dois irmãos e mais três policiais.



- Senhor, recebemos os dados da fita do quarto das crianças! A moça, Judith Craig, 23 anos, entrou portando uma faca. De acordo com o pessoal da perícia, os olhos estavam escuros, globo ocular bastante dilatado. Tirou a vida da irmã menor, Julieta Craig de 3 anos,  decapitando a mesma. Quando Mike Craig, 15, entrou no quarto, pode-se detectar a seguinte conversa, com uma voz bastante grotesca "Eu deveria ter feito bem antes". A moça matou também o irmão, golpeando 15 vezes com a faca e cortando as mãos fora.
- Algum relato sobre a morte dos policiais?
- Quando foram visualizar essa mesma fita, ouve-se gritos na gravação, e uma mancha vermelha impede a visualização, senhor! Disseram que é coisa de maus espíritos.
- Nâo acredito que seja. Foram encontrados diversos remédios para distúrbios mentais na casa de Judith. É louca. Não acredito em maus espíritos, Robert! Tenha a santa paciência.

Nesse instante, as portas começaram a fechar na delegacia de Michigan. As luzes se apagaram, e o ar ficou extremamente gélido. O último relato da noite foi uma voz, bastante estranha dizendo: "Não acredita? Eu deveria ter mostrado bem antes...."




PS: Eu não sei escrever terror.
terça-feira, 5 de março de 2013
As vezes o mundo dá voltas demais. As vezes parece que nada se encaixa e que tudo e todos estão contra você. Você perde seu chão e seu mundo desaba. Seus sonhos, um dia compartilhados entre segredos e risadas, parecem tão distantes e tão impossíveis que abaixar a cabeça é o único ato que faz sentido. Mas eu posso te dizer que em todas as vezes que essa música tocar eu estarei pensando em você. 
Problemas existem e não há nada que podemos fazer quanto isso. Só lembre-se que eu estou aqui por você. Meus ombros podem ser pequenos, mas você pode chorar neles mesmo assim. Eu estou aqui para te ouvir e te consolar todas as vezes que você precisar. Nem mesmo a distancia é capaz de mudar isso. Nem mesmo o tempo vai mudar isso. 
Junte-se a mim e divida esse fardo comigo. Vê, assim as coisas ficam mais claras e a vida é mais bonita agora. Sim, eu sei que logo mais você irá partir e meu coração também aperta ao pensar que estarei longe de você. Mas eu posso te dizer que em todas as vezes que essa música tocar eu estarei pensando em você. 
Todas as lembranças servirão para que nós nunca esqueçamos quem fomos e de onde viemos. Novas pessoas e novas famílias surgiram em sua vida, mas quando o mundo desabar não se esqueça que eu estou aqui por você. 
Novas lembranças serão construídas e novos sonhos serão sonhados.Os problemas ainda apareceram, mas saiba que você não está sozinho, por que eu vou fazer esse lugar sua casa. Sempre que você precisar, basta olhar para nosso lugar no céu, o nosso lugar no coração Dele para lembrar que não estamos sozinhos nesse mundo. E todas as vezes que você ouvir essa música você lembrará que "casa" não precisa ser um lugar, "casa" pode ser alguém, pode ser um coração, um abraço, um olhar, uma palavra de consolo, uma lembrança. Mas por favor, não viva de lembranças, viva sua vida como Deus quiser e eu estarei aqui olhando por ti. 
Ah, e obrigada por sempre estar aqui. Obrigada por nunca ter esquecido de mim e obrigada por ser a minha casa onde quer que eu vá. Obrigada por ter me encontrado quando me perdi e por me amar mesmo com tantos defeitos. Sei que o caminho é longo, mas sei que todas as vezes que eu precisar encontrarei refugiu e colo em ti. Meu amor não poderia ser maior e minha gratidão é mais do que posso dizer em palavras. 
"Just know you're not alone, cause I'm gonna make this place your home"
P.S: Essa não é a minha música favorita, na verdade eu não tenho música favorita. Mas venho escutando essa com muita frequência e ela tem um significado muito importante para mim. 
segunda-feira, 4 de março de 2013

 Alô?
Oi! Tava dormindo?
Não... Tava me ajeitando pra ir dormir só.
Ah, me desculpa então, vou desligar.
Não precisa disso, Lucas. Pode falar. Pra que você ligou?
Eu só queria te falar uma coisa, mas não tem importância.
Lucas, deixa de bobeira, agora eu atendi, tô perdendo minutos preciosos do meu tempo, fala!
Pô Julia, me desculpa. Vai dormir.
Não sem você dizer...
Shh, quieta. Dorme vai!
Lucas, por favor!
Sobre aquele cara, sabe?
Ahh..
Tá vendo? Eu não deveria ter dito. Agora vai dormir.
Silêncio.
Eu só queria saber se ele viu como seu olho ficou mais bonito com aquele vestido de sexta-feira, Julia. Queria saber se ele te disse umas mil vezes o quanto você tava linda com ele, e como seu rosto fica lindo quando você sorri. Eu só queria saber se ele sabe que você gosta mais de rosas brancas do que vermelhas. Se ele conhece seu suspiros e as variações.
Silêncio. 
Suspiro.
— Ahhh Lucas...
Eu conheço. Esse aí diz que você sente minha falta. E eu também sinto a sua, Julia. Boa noite.
 Telefone no gancho.


domingo, 3 de março de 2013
Personagens: 

Rose - 16 anos
Peter - 17 anos
Amigas de Rose - Kate, Madie e Valerie
Amigos de Peter - John, Paul e Dimitri


Ato I - Cena I

Baile de mascaras da escola

Kate: Não sei por que razão tanto alarde por conta desse baile, nem está  tão legal assim. 
Madie: Sem contar que as músicas estão horríveis, como pode? 
Val: Aff, chega a dar desgosto. A única graça da festa são as mascara. Amo não sabe quem está por trás de cada fantasia, nos dá um ar de liberdade muito maior. Você não acha Rose? 
Rose: É, interessante. 
Kate: Rose, qual é?! 
Rose: Nada, não. Só estou cansada. 
Kate: Cansada? Ha! Aposto que você está pensando no quanto tem para estudar, isso sim! 
Rose: Você sabe que eu quero ir bem nas provas, no vestibular... Festas só não estão em minha programação. 
Madie: Sim, nós sabemos. Mas não sei, eu tenho um bom pressentimento para esse baile. 

Saem de cena as meninas, rindo. 
Entram os rapazes

Dimitri: Ainda não acredito que vocês me convenceram a vir nesse baile!
Paul: Até parece que você não queria vir, ha! 
John: Isso mesmo, não foi tão difícil te convencer, Dimitri. Bem sabemos que você está atrás de certa garota. O ruim é saber qual dessas mascaradas é ela!
Dimitri: Pois é, mas quem sabe não a encontro hoje?! Ou melhor, posso encontrar muitas outras por aí hoje! 
Paul: Nem comento, vou ali batizar o ponche e já volto. Essa playlist vai precisar de um pouco de alcool para ficar boa de verdade. 

Paul saí

Jonh: Por que tanto silêncio, Peter? Parece que está vindo para um enterro. 
Peter: Não é nada, só está um porre isso aqui. 
Jonh: Vamos andar por aí, quem sabe alguma princesa não rouba seu coração. 
Dimitri: Acho que já encontrei algumas para roubar nossos corações essa noite. E aponta para  o grupo de meninas que voltam a cena. Paul volta

Paul: Missão cumprida!
John: Ainda me impressiono com a sua capacidade de aprontar. Tem certeza que ninguém vai saber que foi você? 
Paul: Acho difícil, você sabe o quão profissional sou em relação a essas coisas. 

Meninas dançam, meninos observam. A música muda de animada para lenta.
Meninos convidam meninas para dançar, menos Peter e Rose. Ambos vão para lados opostos do salão e apenas se olham. 

sábado, 2 de março de 2013

Estádios de futebol foram criados para serem estádios de futebol. Certo? Certo, até certo ponto. Mais precisamente, até o dia 15 de agosto de 1965.
Vozes, gritos. A excitação era visível e a primeira canção foi Twist and shout. 55.600 pessoas embaladas, cantando juntas um dos refrões mais famosos do mundo "Come on, come on, come on, come on baby now ~Come on baby~ Come on and work it on out ~Work it on out~".  Eles, os quatro rapazes mais famosos e aclamados da época, subiram em um palco montado pela primeira em um estádio. E eu perdi.

The Beatles Concert at Shea Stadium - 1965 


A intenção para o show no Shea Stadium era que os Beatles descessem com um helicóptero bem no meio do estádio e que dali fossem correndo para o palco - claro, algo grandioso, cara de Beatles -  Mas, para a infelicidade de toda uma nação Beatlemaníaca,  essa ideia foi abortada por não terem conseguido autorização, pois seria uma manobra perigosa demais de se realizar. Decidiram então, pensar em algo que traria um efeito tão divertido quanto. Levaram os garotos em um furgão blindado, da empresa Fargo, e eles colocaram em suas roupas distintivos da empresa. Ou seja, a intenção era arrasar, e eu creio que eles conseguiram. Concordam? 
Não ficaram lindicos?

O concerto foi um passo tão grande na história da música - e por que não dizer, da sociedade? - que foi filmado. O filme tem 1h08 e conta desde os bastidores, a chegada deles de helicóptero e o concerto todo. É possível ver a loucura que foi a Beatlemania: mulheres gritando, crianças tapando os ouvidos e muitas pessoas desmaiando, devido a grande emoção de ver os Beatles no primeiro show em espaço aberto da história.
CURIOSIDADE:

Estão vendo essa mocinha formosa, com essa boina marota aí? Reconhecem o rosto angelical? Não? Talvez a conheçam como a maravilhosa Miranda Priestly. Pois sim, meus caros. A bonita na imagem é ninguém mais, ninguém menos que a maravilhosa Meryl Streep! Se liga nesse vídeo. Eu fiquei encantada.


sexta-feira, 1 de março de 2013
Som de chuva: Ok
Cobertas quentinhas: Ok
Caneca de chá: Ok
Biscoitos: OK
Livros: Ok

Agora basta sentar naquele lugar, sim aquele lugar maravilhoso que existe em certo canto da minha casa. O mundo desliga-se devagarinho, me acomodo mais ainda naquele lugar. Sinto como se tudo meu redor estivesse se fechando e nada além do calor, do conforto e do barulho de chuva existe. Todas as minhas preocupações se vão, todos os meus medos são substituídos e de repente não sou mais eu. Sou uma princesa, uma heroína. Sou valente, mas tenho medo do que pode me acontecer. Sou apaixonada e destemida. Sou mais feliz em seus braços e o mundo é cheio de magia e mistério. 
Já invadi Gringotes e Hogwarts, venci os Hunger games e me perdi no tempo. Sou apaixonada por palavras e quero mesmo é ter um verão que mude minha vida. Atravessei a Terra Média e talvez me apaixone por um príncipe que tem mais 34 meninas para escolher além de mim. Decidi perseguir a lua, pois nela talvez exista meu amor e segredos para desvendar. 
E quando menos espero a chuva já acabou e meu lugar preferido está quente demais. Recolho tudo e observo bem aquele banco próximo a janela. Uma janela grande, agora molhada por gotas de chuva, um banco confortável que já foi utilizado por mim, minha mãe, minha avó...
Deixo meu banco e volto a realidade, vou sentir falta de tudo. Mas até a próxima tempestade, tudo começa novamente. 

Hello hearts! 

Hoje vim contar para vocês uma novidade minha e da Jess! Nós duas decidimos participar do 30 day writting challenge, sendo assim teremos um tema para escrever durante 30 dias, começando por hoje. A Am do Vinte e poucos colocou a imagem desse desafio ontem na página no Facebook do blog. E como ontem nós tivemos uma reuniãozinha, nada mais justo do que começarmos com coisas novas já que nossas férias acabaram. 
Bem, para vocês terem uma noção melhor do desafio eis o cronograma!

Wish us luck! =)

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