quarta-feira, 27 de julho de 2011
Vontade de colocar uma música animada para tocar no ultimo volume sem nem mesmo me preocupar com o que os outros pensam sobre a música ou sobre minha atitude. Por que nos importamos tanto com as outras pessoas e com o que elas dizem? Não devemos ser únicos e nos amarmos pelo o que somos? 
Aquela batida faz meu corpo se movimentar de modo não convencional. Se sou boa dançarina? Creio que não, mas no presente momento não me importo muito com isso. Se eu bebi? Não, não preciso de "incentivos" para dançar sozinha em meu quarto. Levanto minhas mãos junto com a música, pulo, giro e um mundo novo se forma a minha frente. Eu canto, danço e me parece que não tenho medo de mais nada. Danço sem ter a certeza do que vira a seguir, minha playlist é contagiante quanto os hits da minha infância. Escuto, de uma vez, todos aqueles que um dia me disseram que a vida é difícil, mas que vale a pena se divertir de vez em quando. 

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