Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Desabafo

Sobre a "eterna culpa" das mulheres.

Imagem
Não, esse não é mais um texto pesado de alguma militante do feminismo. Não, eu não sou militante. Aliás, eu sou bastante na minha quando se trata de militar por algo, na verdade. A minha arma mais poderosa, por hora, são as palavras. É com isso que sei lidar. Mas, não é por não ser militante com alguma causa que devo simplesmente me calar e assistir quando o mundo está passando por uma fase totalmente caótica. Eu realmente não consigo apenas ler ou assistir algo sobre esse assunto e simplesmente continuar existindo normalmente. Eu não aguento mais. E sei que muitos estão comigo. O assunto tem sido falado abertamente durante toda essa semana. As mulheres, os estupros, abusos e a culpa. Jornais, programas de TV e até em rodas de conversa dentro da lanchonete. Fui incomodada por todos os meios, e sinto que agora é o momento de dar a minha opinião sobre isso. Publiquei algo esses dias, onde sintetizava bem meus argumentos. Hoje, não usarei sínteses. Hoje, irei apenas discorrer sobre. Pr...

Sobre finais.

Imagem
Soube do fim de alguns namoros. Umas coisas banais.  A namorada que traiu, porque cansou das rotinas de casal. O namorado que não quis mais saber de nada, mudou de cidade e largou tudo pra trás.  O casal que se ama mas não consegue mais se olhar.  A namorada que não entende como o namorado não precisa tanto de sexo. Sexo cara.  Sexo foi o fim de um relacionamento que ouvi dizer que duraria. Que iria até o fim. Pra que amor? Pra que cumplicidade?  As pessoas são tão ligadas em conexões corporais que quando se torna “comum”, ou quando o sexo não é constante, é razão pra terminar. Conexões.  Elas podem ser maiores que isso. Mas ninguém mais quer conectar a alma.  Só o corpo. E aí, como tudo que é carnal: morre.  (essa sou eu, tentando lidar com as inspirações/revoltas da madrugada. Tô de volta).

Procura-se um unicórnio.

Imagem
Vi essa imagem hoje, passeando pelo facebook, e resolvi criar algo melhor que minhas expectativas: vou criar um texto, que sempre funcionou melhor pra mim.  Já criei muitos gatos na vida. Na verdade,  já escrevi um texto sobre isso aqui  e bem, criar gatos não me ajudou com isso de não criar expectativas. Aliás, crio expectativa desde sempre. É a história da minha vida, fadada a me decepcionar com alguma dessas "esperanças".  Eu crio expectativa em coisas vazias, sem retorno. Por exemplo: criei expectativa que um dia seria dançarina do É o tchan. O grupo acabou (?) e eles nem conheceram meu talento. Outra coisa: eu queria ir pra Júpiter - não me julguem. É o planeta que começa com a mesma letra do meu nome, e poxa. Júpiter é legal cara. Tem várias luas e tudo o mais. Nem preciso dizer que foi em vão, né?  Eu era apaixonada pelo Caleb  (vocês não?) e cara... Ele nunca saiu do desenho para me amar de volta. O mesmo aconteceu com o Kakashi . Exp...

You give love a bad name.

Imagem
Essa é uma carta à todos os meus antigos amores - pros que sabem da minha existência, e pros que não sabem também! Por vocês, eu já deixei de escutar músicas, frequentar lugares e usar alguma peça de roupa. Eu sempre tive a sensação de que havia partes de vocês em todos os lugares. Tinha uma agonia de pensar em vocês e pensar no que eu chamava de amor (que irei carinhosamente chamar de POÇÃO A). E claro, boa parte de vocês nem sabe disso. Aliás, vocês estão ai curtindo muito bem aquelas músicas que já foram "nossas músicas", e até dedicando elas pra outras pessoas. E eu? Bom, até então, estava aqui, correndo na direção oposta. E eu não culpo ninguém, não é mesmo? Eu só me infectei com a tal Poção A, e as coisas que acontecem depois disso costumam nos deixar com cara de tacho por ai. E isso inclui chorar com muitos filmes românticos, por mil motivos - principalmente por causa de alguma música na trilha sonora. E por momentos que a gente sempre sonha em viver, e que não acont...

O mundo não se resume em "what goes around, comes around..."

Imagem
Sim, estou com a música do Justin Timberlake na cabeça. E não, não fico nenhum pouco envergonhada por isso (aliás, depois da apresentação dele no VMA, duvido que alguém se atreva a sentir vergonha). Mas, no fim das contas, o Justin não tem relação alguma com esse post. Só esse nome da música dele, que numa tradução à la Jéss, é tipo: tudo que vai, volta. Ou: aqui se faz, aqui se paga, CÃO.  O mundo não se resume nessa afirmação. Na verdade, isso não tem uma importância grande o suficiente para ser resumo de nada. Na verdade, esse é um pensamento bastante pequeno, que provém normalmente de mentes pequenas - ou de uma tal Jéssica de 2006, que tinha convicção que todo o sofrimento que lhe causaram, receberiam em troca. De maneira pior. Eu acredito em justiça. Mas não na justiça do homem, essa me deixa um pouco entristecida (e se minha sobrinha estudante de direito ver isso, a coisa vai ficar preta pra mim!), na verdade. Mas acredito na justiça Divina (insira aqui o termo que aquecer...